Carta de Princípios Operacionais Rocha & Richs Sociedade de Advogados
1. Os prazos processuais devem ser cumpridos com antecedência de D-1;
2. Uma vez identificado um prazo em aberto, devemos anexar a procuração para nos habilitarmos no sistema e assim incluir o gerenciamento do prazo no sistema da Justiça (Eproc, Pje, Projudi etc.);
3. Intimações de ciência, indicação de novos endereços, anexação de documentos já disponíveis, são prazos judiciais que devem ser realizados na primeira oportunidade, visando diminuir o volume de intimações abertas;
4. Nosso trabalho depende de módulos padronizados. Tenha isso em mente e sempre os use no seu dia a dia do trabalho, consultado a pasta de modelos disponíveis;
5. Uma vez que se identifica um novo argumento ou algo que possa ser incrementado em nossos módulos, você deve fazê-lo, atualizando o módulo na própria pasta;
6. Tudo deve ser incluído no sistema. Um novo processo, um prazo identificado, uma atividade simples. Apenas teremos controle do que fazemos se pudermos registrar e projetar os trabalhos.
7. Seguimos à risca os follow-ups. Quem receberá a atividade pronta pede o follow-up, mas quem precisa entregar também se responsabiliza em atualizar a demanda com o seu superior e com a equipe;
8. Sempre peça todos os documentos iniciais o mais rápido possível ao cliente e, junto, à medida que ele contar os fatos, peça que ele disponibilize os documentos o mais rapidamente possível.
9. Embora o prazo para protocolo seja de 15 dias após sua chegada ao escritório, podemos elaborar a petição inicial de forma bem fundamentada e precisa, em um único dia, utilizando um tempo adequado para garantir que todos os argumentos sejam consistentes, assegurando um protocolo ágil e eficaz da ação.
10. As quick tasks podem ser executadas em qualquer dia da semana e são essenciais para destravar nossas tarefas, aumentando a eficiência, a produtividade e, consequentemente, a nossa sensação de realização.
11. A qualidade do nosso serviço não depende do judiciário, mas sim do valor que entregamos ao cliente. Além disso, mesmo dentro do judiciário, temos consciência de que nossos trabalhos serão lidos por pessoas, o que reforça a importância de uma comunicação clara, estratégica e bem fundamentada.